Preciso de Você
A volta do programa depois de anos parado, com série nova: o garoto que chora a dor dos outros, o boyzinho que chega de carro em altíssima velocidade resolvendo tudo na lábia e a festa que termina com o demônio errado solto.
Passo o episódio dividido entre a beleza absurda do traço da animação e a vontade de chacoalhar o Akira pra ele largar esse amigo lixo.
Primeira vez por aqui? Como o programa e esta temporada funcionam
Neste programa eu encaro uma obra pela primeira vez e capturo todas as minhas reações e sentimentos ao vivo. Pode ser filme, série, jogo, livro, quadrinho e o que mais der pra encapsular em áudio.
O retorno do podcast, e dessa vez quem escolheu a obra não fui eu: Devilman Crybaby ganhou a votação de vocês.
Mesma regra da temporada de Evangelion vale aqui. Assisto um episódio e gravo no calor do momento.
Entra tudo o que me passou pela cabeça com a experiência, com todos os palavrões que isso implica.
Ler a transcrição 3.401 palavras
Editada para leitura: saíram as repetições, os vícios de linguagem e os falsos começos. Nenhuma palavra foi trocada nem acrescentada.
Olá, Personas! Meu nome é Caio Corraini e tá começando a nova temporada do Minha Primeira Vez. Eu sei, eu fiquei aí alguns anos longe do microfone, mas, enfim, eu tô num momento da minha vida em que esse projeto, ele pode retornar, ele faz sentido, e eu espero que vocês retornem comigo.
Se esse é o primeiro episódio que você tá ouvindo: muito obrigado, seja bem-vindo, bem-vinda, bem-vinde, e deixa eu te explicar mais ou menos como é que isso aqui funciona. A nossa série principal: eu geralmente escolho um anime e a gente vai assistindo ele junto, só que com a diferença de que eu vou registrando aqui a minha primeira vez. Então, logo depois de assistir, eu sento no computador e discorro sobre o que eu acabei de ver, as minhas teorias, o que eu achei e tudo mais. Dessa forma, se você já viu o anime ou tá com vontade de ver,
você pode ter essa experiência junto comigo. Se essa é uma ideia que faz sentido pra você, vambora, que só acabou de começar. Hoje, como vocês já sabem pela capa e pelo título do podcast, a gente vai discutir o primeiro episódio do anime Devilman Crybaby, Preciso de Você.
Esse primeiro episódio, ele me deixou um tanto quanto confuso. Obviamente que esse era o objetivo dele, claro, né? Afinal de contas, quando você vai construir uma narrativa, é obviamente sempre interessante que você ofereça algumas informações para as pessoas não completas, para que elas vão gradativamente construindo esse quebra-cabeça na cabeça delas.
Então, o episódio começa com duas crianças se encontrando ali num lugar meio inóspito, inclusive discutindo sobre um gatinho que está doente, que está morrendo. Eu não sei exatamente se esse lugar é uma metáfora, se esse lugar é um lugar que realmente existe, mas é que ele realmente parece um lugar muito afastado de tudo, feio, sem nenhuma vegetação e tal, esquisito. Mas, de qualquer forma, esse início já dá uma palhinha da personalidade dos nossos dois protagonistas.
O Akira, que é o moreno, ele é um menino frágil, sentimental. Ele tá chorando pelo gatinho, ele tá se sentindo ali triste porque o bichinho tá doente e vai morrer. Enquanto o Ryo, que é o loiro, ele é muito mais frio, muito calculista. Ele fala: não, o gato vai morrer de qualquer forma, deixa eu matar ele. Saca o estilete e tal. E é interessante que tem aquela cena em que o Akira, ele tá chorando, e o Ryo fala: meu, você sabia que ele ia morrer? Por que você tá chorando? E o Akira fala: não, você tá chorando também. E a gente vê isso se repetindo em outro momento no episódio, como se o Akira sentisse a dor dos outros e expressasse ela. A dor que os outros estão escondendo, ele expressa.
Mas, de qualquer forma, tem esse flashback aí, a gente vai pra 10 anos no futuro, os meninos tão no colegial.
Os meninos não, né? Porque o Ryo, foda-se onde que ele tá. O Akira tá no colegial. Aí a gente vai pra uma cena em que tá aquela aula de atletismo, tem uma galerinha ali nas arquibancadas vendo os outros alunos e alunas, principalmente treinando, disputando corridas, esse tipo de coisa. E eles vão discutindo sobre uma festa chamada Sabbath, que é aparentemente uma festa de culto satânico. Eles estão olhando no celular uma reportagem de um jornal sobre essa festa satanista, em que aparentemente um outro aluno morreu quando foi. E, enquanto eles estão vendo essa notícia no celular, o Akira se aproxima e começa a chorar. Porque no jornal eles estão tentando entrevistar um outro aluno, que aparentemente era amigo do que morreu,
e ele passa sem dar nenhuma declaração, estoico e tal, e o Akira começa a chorar. Porque fala: ah, ele também tá chorando. Como se esse aluno que tá passando ali todo calado tivesse sofrendo por dentro também. Não sei se isso vai ser levantado em outros momentos, mas basicamente serve pra deixar pra gente um pouco do que é o Akira: que é um menino super sensível, que aparentemente ele é delicado, se preocupa muito com uma amiga dele - que a gente vai ver um pouco mais depois no episódio e tudo mais, que é uma das meninas que tava ali competindo nas corridas do atletismo e tudo mais. Então o Akira é esse personagem, é um menino muito bonzinho, muito gostável, muito tadinho também, o que me dá um pouco de preguiça, mas vamos. Obviamente que a gente vai ver pra onde que isso vai.
E, desde o início, o anime tem vários momentos de estranheza. Porque - a gente não vai se aprofundar muito disso, afinal de contas não é nem tanto o foco do episódio -, mas ali nas arquibancadas mesmo, durante essa aula de atletismo, tem um professor, que aparentemente é o responsável ali por aquela classe, e ele tá mó vegetal, numa cadeira de roda. E, do nada, antes de mudarmos pra outra cena, ele estica a língua e come um mosquito, como se ele fosse um sapo. E tem vários momentinhos assim, tanto que depois tem um outro corte que mostra esse aluno da reportagem, que tava passando ali e resolveu não dar a entrevista… Dá a entender que ele mata o próprio treinador. Então, a gente vai ter mais informações em relação a isso conforme a gente vai recebendo um pouco mais de contexto.
Daí a gente corta pra Miki saindo dessa parte da pista de corrida e conversando com um namorado dela, que aparentemente é um namorado mais velho, que tava convidando ela pra justamente ir nessa festa, no sábado, com o objetivo de, obviamente - homem mais velho, namorando menino do colegial, você sabe muito bem qual que é o objetivo desses bando de filho da puta. Mas ela fala que não e dá um perdido no cara. E ela vai pra um lugar na beira de um riacho, descansar, ficar olhando pro céu, ficar pensando na vida. O Akira vai atrás dela e tudo mais, porque eu acredito que ele se importe com ela - não sei se ele gosta da Miki, mas ele se importa com ela, então ele vai atrás dela. Só que, nisso, vindo num carro na mais altíssima velocidade, chega o Ryo, que é o amigo loiro dele do passado. Chega do nada, pra pegar o Akira e sair fora.
Essa parte é muito legal porque a gente vê de novo mais da dinâmica dos dois, em que o Akira é um pau mandado do caralho: ele fica super feliz de ver o Ryo, e o Ryo simplesmente chega botando banca e fala: meu, vambora, é isso aí, entra no carro que é nóis. Eles saem os dois de carro, e o Ryo começa o maior papo de maluco do planeta Terra. Porque ele fala que ele tava fazendo um estudo na Amazônia com um professor gringo, que fica maluco da cabeça e começa a atacar ele, e do nada ele basicamente começa a jogar gasolina em si próprio e bota fogo no corpo. E aparentemente esse professor, ele tava estudando demônios, ele foi possuído por um, e, quando ele vê que ele tá perdendo o controle, ele fala: não, eu prefiro me matar aqui enquanto eu ainda sou um ser humano.
Ele vai e põe fogo em si próprio e tudo mais. A teoria do Ryo é a seguinte: de que, se você não sucumbir à vontade do demônio, você pode ganhar as habilidades dele. Porque os demônios, eles são monstros ferozes, sem emoção, mas que eles precisam se fundir com outras criaturas pra existir. Então esse era um dos objetivos que o gringo tava no meio da Amazônia pesquisando essa porra e tudo mais. Só que ele não conseguiu, a força de vontade dele não era grande o suficiente. E, assim que ele percebeu que ele ia perder o controle pro demônio, ele preferiu se matar enquanto ele ainda era um humano. O plano do Ryo é conseguir provas o suficiente pra espalhar pra população mundial o que está acontecendo. Já que a polícia, a segurança pública, eles já sabem disso, mas eles têm medo do pânico que isso vai causar se eles abrirem para todo mundo.
Cara, o Ryo é extremamente manipulador. Ele vai passando isso para o Akira e vai falando: não, porque agora é essa minha missão, e tudo mais e tal. E aí, quando o Akira percebe, eles estão na porta da festa, do sábado. E é interessante justamente porque eu acho que todo mundo, todos nós, já conhecemos uma pessoa meio Ryo. A gente já conheceu uma pessoa que na lábia ia te levando, ia te arrastando. Não necessariamente você, mas outras pessoas, você via isso acontecer. Quando você está se deixando levar, é uma merda, porque você efetivamente não percebe. A pessoa está ali, o canto da sereia está ficando cada vez mais alto. Igual o sapo que morre na panela, que a água vai esquentando aos poucos, você não percebe, você só vai. Igual aqueles desenhos, quando a pessoa é atraída pelo cheiro da torta na janela, tipo, que tem um negócio puxando ela.
Cara, quando a pessoa sabe quais os seus botões, quando a pessoa sabe o que ela aperta, ela vai te levar. Só que também há as situações em que a gente vê isso acontecendo com os outros. E, quando a gente percebe, nossa, é muito dolorido, cara. Porque você quer parar aquela situação. Você quer chegar naquela tua amiga e chacoalhar a amiga: sua louca, larga esse boy lixo. Você quer chegar pra um amigo e falar: cara, puta que pariu, a sua família é uma merda, eles te tratam muito mal, eles te manipulam. E, dependendo do nível da sua relação para com essas pessoas, você acaba sendo afastado por elas, né? Tipo: não, você tá querendo estragar um relacionamento bom que eu tenho, você tá querendo criar caos aqui na minha vida. Ou qualquer coisa que o valha, sabe?
Então é um pouco dessa dor que a gente tem quando a gente tá assistindo o anime. Que a gente vê: caralho, o Ryo é um grandíssimo filho da puta, pelo menos nesse primeiro episódio, e o Akira é um coitado. Que justamente ele o leva até a porta da festa, e ele usa o título desse episódio, que é o preciso de você: você é o único que eu posso confiar, você é o único que pode me ajudar a pegar todas essas provas e mostrar pro mundo que os demônios existem, e tudo mais. E o Akira, ele abre um sorrisaço e fala: porra, não, é isso aí, eu confio 100% em você. E eles entram na festa.
Assim que eles entram na festa, é aquele inferninho mesmo. É uma daquelas festas tipo o filme do Blade, tá ligado? A balada do sangue, que a gente chama. Que é aquela balada que tá todo mundo lá, começa a descer sangue e tal. Nessa parte ainda não tem sangue. Ainda. Mas tá lá, tipo, puta balada nervosa, música alta pra caralho. O desenho nesse momento… Inclusive, isso é uma coisa que eu nem comentei antes: o estilo visual de Devilman Crybaby é muito, muito único, é muito, muito dele. Porque ele é feito basicamente com cores chapadas, você não tem muita ranhura, sombreamento, nem nada do gênero, são cores mais chapadonas. O que dá toda uma personalidade, uma particularidade pra ele, que eu acho muito legal.
E, durante essa festa, a gente vê também que em alguns momentos eles parecem que usam rotoscopia, que é aquela técnica em que você filma alguém se movimentando e faz os traços por cima, pra poder ter essa movimentação mais um pra um, mais realista. Porque tem umas bundas mexendo ali que, caraca, se uma pessoa animou aquilo na mão: gênio, gênio da bola. Mas a festa é tudo isso: um monte de gente pelada, um monte de gente trepando, bebida pra caralho e tudo mais. Tanto que, assim que os dois meninos chegam, tem uma moça que tá com os peitos de fora, ela dá um beijão no Akira, colocando droga na boca dele. E, justamente conforme a festa vai se desenvolvendo, o visual, ele vai também indo pra uma linha meio parecida… A referência que eu tenho é a referência do Dumbo, de 1900 e bolinha, quando o Dumbo efetivamente fica doidão:
que as pessoas, elas ainda estão com essas cores chapadas, mas elas vão ficando coloridas com cores muito mais inusitadas. Tipo, amarelo, rosa, as pessoas vão ficando com expressões muito exageradas, etc. Mas, beleza, tá todo mundo se pegando, os dois meninos no canto, o Ryo fica impaciente. Ele fala: cara, essa bosta dessa festinha aqui, essa imitação de festa satanista do caralho, não vai acontecer nada, demônio nenhum vai vir para esse lugar, então eu vou fazer com que ele venha. E ele pega uma garrafa, ele quebra e começa a matar geral, e começa a passar a garrafada na galera. E, tipo, com uma naturalidade, tipo: se ninguém vai fazer nada, aí eu tenho que fazer. Porque tem que ter sangue - para ter demônio, tem que ter sangue. E ele realmente consegue,
porque ele vai efetivamente ferindo todo mundo, cortando geral. O Akira, ele tenta parar o Ryo, que uma galera começa a juntar neles pra dar porrada, começa a espancar os dois. E, nessa confusão, com o derramamento de sangue e todas essas coisas, enfim, aparece o primeiro demônio, que é a menina dos peitos de fora que botou droga na boca do Akira. O demônio, basicamente, quando ele possui a pessoa, é como se ele rasgasse ela de dentro pra fora. É um negócio que o corpo humano, ele vira como se fosse uma roupa mesmo, que você precisa esgarçar pra poder sair. É uma animação muito, muito foda. Tem até alguns momentos durante o episódio - por exemplo, do caminho do Ryo e o Akira até a balada, em que os dois estão no carro - e, bicho, a animação é muito sutil, né? Aquela coisa de take da cabeça dos dois, boquinha mexendo,
pô, take de poste de luz passando na rua escura e tudo mais. Mas dá pra ver que eles escolhem as batalhas. Porque, quando a merda vira boné, quando começa tudo ir pra casa do caralho, a animação, meu, ela vai pra outro nível. É extremamente nojento, é extremamente orgânico. Os monstros começam a dominar todas as pessoas, eles começam a matar todo mundo ao redor. E é tipo: ah, não, tinha um casal transando aqui. O monstro sai da moça que tá por baixo, pelas laterais, e as laterais viram uma boca cheia de dente que rasga o cara que tava em cima dela no meio. E é na tua cara, é tudo extremamente explícito. Então, por favor, tirem as crianças da sala, que isso já não tava claro antes, é pra tá claro agora. Então eles escolhem bem as batalhas, é um estilo visual muito, muito foda.
Mas, de qualquer forma, todos os demônios vão se revelando, eles vão matando todo mundo e tudo mais. E, quando os demônios estão pra tanto atacar o Ryo quanto pra abocanhar o Akira, tem um momento em que o Ryo fala - ele tá com a câmera na mão assim, e ele fala no meio de toda essa putaria -, o Ryo fala: Amon, essa é tua chance pra possuir o Akira. E isso acontece porque, aparentemente, um demônio chamado Amon possui o Akira, que se transforma numa versão muito mais… É uma versão meio clássica do Devilman. Inclusive, eu não falei isso em nenhum momento, mas esse Devilman… Eu não sei se ele é um remake, eu não sei se ele é um reboot, eu não sei se é só uma outra história utilizando ali os conceitos e personagens clássicos de Devilman, que é um dos personagens do Go Nagai, que é um dos autores mais influentes no mercado de anime e mangá.
Então eu acredito que o Crybaby deve ser uma releitura. Mas, de qualquer forma, quando o Amon possui o corpo do Akira, a gente tem aquele visual um pouco mais clássico do que a gente associa com Devilman, que é um demônio meio gárgula, com asas gigantescas, bem bestial e tudo mais. Quando os dois estavam para ser atacados, para ser mortos, o Amon possui - e isso foi o que eu entendi -, o Amon possui o Akira e arrebenta com geral. Justamente nesse momento que o episódio acaba, com o Ryo falando: puta, talvez eu tenha libertado o demônio mais perigoso do planeta. Quando ele vê o que tá acontecendo, quando ele vê o que o Akira possuído tá fazendo com os outros demônios naquela festa. Os outros demônios, inclusive, eles reconhecem o Amon, eles ficam um pouco reticentes, um pouco receosos de ir pra cima e tudo mais.
E ele acaba com todo mundo: fatia, faz purê com todo mundo que tá naquela festa.
Considerações finais: eu adorei esse primeiro episódio. Eu já havia assistido esse primeiro episódio lá em 2020, quando eu ia começar essa temporada de Devilman Crybaby, só que aí a vida aconteceu, foi foda, não consegui fazer, passou todo esse tempo. Eu tinha esquecido várias partes do episódio, e aí assisti novamente pra poder fazer essa gravação. Daqui pra frente, eu não vi mais nada, então eu não tenho a menor ideia do que vai acontecer. Mas, de qualquer forma, eu adorei esse primeiro episódio, porque ele é lindo,
ele tem uma trilha sonora muito legal, a animação é fudida, o estilo artístico que ele te apresenta também é muito, muito foda. E ele dá muita oportunidade de: pra onde isso aqui vai? Ah, ok, como é que essa história vai se desenvolver? O Akira vai lembrar do que ele fez? Era o plano do Ryo o tempo todo? Ele vai se responsabilizar pelo que ele trouxe pro Akira? O Akira vai assumir as habilidades do Amon e vai começar a utilizar elas no dia a dia? Porque o Akira é um menino super sensível: será que agora vai virar meio tipo o Homem-Aranha com o Venom, em que ele vira emo, ele vira tipo um babaca e começa a tratar os outros mal e tudo mais, indo completamente na contramão do que é a personalidade natural dele? E é isso que a gente vai ver nos próximos episódios, meus queridos.
É isso, assim a gente finaliza o primeiro episódio
da nova temporada do Minha Primeira Vez, sobre Devilman Crybaby. Eu espero que vocês tenham gostado, espero que vocês estejam animados de caminhar essa nova trilha junto comigo. A experiência de Evangelion foi maravilhosa, tanto que esses tempos eu peguei alguns episódios pra ouvir, e, poxa, como aquilo era divertido de fazer. Mas o que mais deixava divertido era o feedback de vocês, era vocês acompanhando semana a semana e falando: pô, eu tô muito animado, tô esperando muito você chegar em tal ponto, porque, puta que pariu, eu explodi cabeça e tal. Em Evangelion foi… Eu espero que em Devilman Crybaby a gente tenha também alguns momentos de mudança de trama, algumas coisas que efetivamente balancem aí a relação entre esses personagens. Apresentem o podcast pra pessoas que possivelmente possam curtir o conteúdo. Esse é um programa que ele não é exclusivamente sobre anime, então logo
vocês vão ver aí no feed de vocês um novo formato, coisas diferentes pra que vocês possam acompanhar também. Ah, mas eu não gosto do anime que ele tá falando agora, então quer dizer que só daqui a três meses eu vou poder ouvir o podcast? Não, vocês vão ver que a gente vai conseguir aí dar uma pluralidade pro conteúdo. De qualquer forma, se vocês quiserem me dar um feedback sobre o podcast, em todas as redes sociais, eu sou Caio Corraini. A que eu mais estou usando é o Bluesky, então entra lá e me procura, que é efetivamente um lugar de paz que a gente conseguiu encontrar numa internet extremamente tóxica que a gente tá vivendo nesse momento. Então me acompanhe por lá. Esse programa foi editado pela queridíssima Ana Luisa Mariquito. Um grande abraço, sejam bons uns com os outros e tchau, seus lindos. Esse podcast foi produzido pela Maremoto.
Casa do Corra