Angel Attack
Descobri neste episódio que passei anos rindo de memes sobre uma criança traumatizada.
Fiquei puto por um bom tempo antes de conseguir falar de qualquer outra coisa, mas fique tranquilo que ainda sobrou tempo para elogiar a abertura, a Misato tratando o apocalipse como se fosse trânsito de volta do feriado na praia e aquele take do elevador que apresenta a grandiosidade do Eva sem dizer uma palavra.
De arrepiar.
Primeira vez por aqui? Como o programa e esta temporada funcionam
Neste programa eu encaro uma obra pela primeira vez e capturo todas as minhas reações e sentimentos ao vivo. Pode ser filme, série, jogo, livro, quadrinho e o que mais der pra encapsular em áudio.
Eu nunca tinha visto Evangelion. Daí resolvi que a primeira vez ia ser gravada.
Assisto um episódio e gravo na sequência. Sem roteiro, sem pesquisa e sem voltar atrás pra consertar palpite furado - e tem muito palpite furado aqui.
Acompanhe a série pelos olhos do ineditismo. Seja ao meu lado ou rindo da minha cara.
Ler a transcrição 3.144 palavras
Editada para leitura: saíram as repetições, os vícios de linguagem e os falsos começos. Nenhuma palavra foi trocada nem acrescentada.
Olá, Personas! Meu nome é Caio Corraini e estamos todos muito bravos porque tá começando o Minha Primeira Vez. Hoje a gente vai discutir o episódio número 1 de Evangelion, que tem como título Angel Attack.
Cara, eu tô puto pra caralho. Só queria começar com isso, ok? Eu vou falar mais sobre as minhas impressões sobre o primeiro episódio e tudo que eu não tava esperando, só que o negócio é o seguinte… Eu vou começar já um pouco fora de ordem, porque puta que pariu.
Se todos os memes do “Shinji entra no robô, Shinji entra no robô, biriri, bororó, pururu” foi só por causa daquela titubeada que o moleque dá no final do episódio, bicho, eu tô puto. Uma criança de 15 anos de idade, que nem sabia o que tava acontecendo, vê a porra do ET louco lá,
o anjo da porra, e aí chega e empurra ele na frente de um robô e fala: vai lá matar o bicho. Mano, é um moleque de quinze anos, é óbvio que ele vai reagir assim. Nossa, eu tô tão bravo.
Se durante a série toda vez que ele tiver que entrar no robô for esse negócio, ok, eu ainda vou dar uma puta de uma lambuja pra ele, porque aparentemente a Rei se fudeu. A menina tava quase morrendo, tava parecendo uma múmia de tanto enfaixado, de tanto machucado que ela tava. Então, bicho, todos esses memes de Shinji e entrar na porra do robô vão se fuder. É uma criança, caralho. Cês tão loucos.
Eu tenho que parar de falar tanto palavrão. Nossa, que raiva. Ok. Tirei isso do peito. Eu vou ficar bravo com isso de novo depois. Mas vamos discutir o episódio.
Enquanto eu tava assistindo o episódio, fui fazendo algumas anotações. Esse programa, só tirando isso da frente, é zero roteirizado. Eu tô falando de acordo com o que eu tô sentindo. Então desculpa, não vai ser o Boa Noite, Internet aqui: vai ser só eu gritando na frente desse microfone, louco da cabeça.
Vamos lá. Começa com a abertura, que, como eu havia mencionado no episódio passado, é excelente. A abertura é daquele tipo que eu gosto, porque traz várias informações que, pra quem tá assistindo pela primeira vez, não faz sentido nenhum. Quando eles mostram Neo Tokyo 3, o rosto de várias pessoas que eu não sei quem são. Eu gosto desse tipo de abertura, porque, conforme você vai assistindo o anime, ela vai começando a fazer sentido. Isso é super tradicional,
né? Vários animes fazem o mesmo tipo de abertura. Obviamente, só precisa ser feito com cuidado, porque senão você spoila toda a temporada pela abertura do anime. Inclusive, tem algumas pessoas reclamando da abertura da última temporada de One Piece, que tá revelando demais. Meu Deus do céu. Então tem sempre se tomar esse cuidado. Mas eu gostei muito da abertura: muito bem animado, muito bonito.
Mas o episódio começa, e uma coisa que eu achei legal é que a gente tá quase que na mesma situação do Shinji. Porque ele tá perdidaço naquela cidade sitiada, coisas militares por todos os lados, aqueles avisos em altos falantes. A gente aparenta estar quase tão confuso quanto ele, porque ele acabou de chegar naquele lugar. Então ele não sabe o que tá acontecendo. E a gente também
acabou de chegar naquele lugar e não sabe o que tá acontecendo.
Uma das minhas dúvidas que já foi respondida logo no começo do episódio é que eles lutam, aparentemente, contra esses bichos esquisitos que eles chamam de anjos. Não sei se anjo nesse universo tem a mesma linguagem figurativa quanto tem no nosso mundo. Eu não sei em quantas religiões o anjo tem essa figuração de meio que empregado de Deus. Eu tô aqui falando o que eu sei do meu pouco background como católico.
Quando eu era menor, anjos protegem as pessoas e também dão os recadinhos de Deus, porque Deus sempre tem que falar umas coisas esquisitas e vai lá o anjo passar o zap zap pra pessoa. Então eu não sei se no universo de Evangelion os anjos partem desse mesmo princípio, de que são seres enviados por algo superior, um Deus ou alguma coisa assim. Obviamente que eu estou aqui falando um monte de bobagem, mas são algumas das dúvidas que me apareceram pelo fato de eles denominarem esses monstros anjos.
É interessante ver que eles estabelecem bem rapidamente que as forças armadas militares não conseguem lidar com esse bicho. Porque eles jogam um monte de míssil, vão lá com veículos voadores e começam a atirar nele: não faz porra nenhuma. O anjo vira, solta um raio
louco, destrói um monte de gente. Então o exército aeronáutico, a galera não tá fazendo porra nenhuma contra o bicho.
E eu acho muito legal que essa parte do episódio corta entre o exército e as forças armadas num geral tentando lidar com essa criatura, enquanto tem a parte do pai do Shinji lá no centro de controle comentando sobre o que tá acontecendo, meio que prevendo tudo: ok, isso não vai funcionar, esse tipo de atuação não vai fazer nada contra o bicho. Meio que partindo de um ponto de que ele tem mais informações sobre aquela criatura do que aparentemente o exército tem. Ou o exército tá pelo menos tentando fazer o trabalho deles de proteger a humanidade antes de apelar para o pai do Shinji, que eu
ainda não guardei o nome.
E aí vai cortando: tem a parte do ataque, a parte do pai do Shinji falando as coisas com a mão na frente da boca, tem a parte do Shinji perdidaço no meio da cidade, o carro caindo do lado dele, o bicho quase pisando em cima dele, que é genial. E a Misato, loucona, chegando de carro como se fosse a coisa mais comum do mundo, chegando pra pegar o moleque.
A Misato é cool pra caramba, porque ela realmente tá lidando com aquela situação, que é muito absurda pra gente, como se fosse uma coisa corriqueira. Tanto que quando eles jogam aquela bomba gigantesca, que depois os generais, o pessoal da alta cúpula militar, diz que era a arma mais forte deles contra essa ameaça, quando eles jogam aquela bombona o carro deles sai capotando
louco, e ela tá de boa. Ela só fica meio triste porque ela tinha acabado de arrumar o carro e o carro está quebrado de novo. Então isso é interessante.
E vamos para o nosso recadinho do episódio, que é o seguinte. Como eu já mencionei para vocês no episódio passado, eu sou o fundador da Maremoto, a gente trabalha com podcast. Esse é o ano do podcast do Brasil, como todos os anos anteriores e todos os anos depois desse: sempre vai ser o ano do podcast do Brasil, porque é a melhor mídia que existe.
Falando de business: se você está pensando em fazer um podcast e o seu projeto tem uma edição que não é tão pesada… Afinal de contas, editar coisas no estilo de storytelling, vocês não tem noção do quão difícil e quão trabalhoso é isso. Mas o resultado totalmente vale a pena.
Se você tem um projeto que não tem uma edição muito pesada e a gravação vai ter até meia hora, entre em contato com a gente em contato@maremo.to, que eu tenho um preço especial pra você.
Eu adoro editar programas de até meia hora. Mais do que isso começa a ficar pesado, porque começa a ficar várias horas em cima daquele conteúdo. Mas até meia hora é tão gostoso de editar. Eu me sinto tão realizado editando um programa de até meia hora, porque eu consigo sentar, fazer ele inteiro numa tacada só. É muito gostoso.
Então, por conta de uma preferência pessoal, eu estou oferecendo esse serviço num preço menor do que eu cobraria normalmente. Se o seu projeto se adequa ao que eu acabei de dizer, manda um e-mail pra gente em contato@maremo.to, e eu espero que a gente trabalhe
junto.
E nisso o Shinji tá com ela dentro do carro. Ela leva o Shinji pra NERV, que é uma organização das Nações Unidas, aparentemente pra lidar com esses anjos, e é onde o pai do Shinji trabalha.
Nessa parte é muito legal que, conforme eles estão entrando na base da NERV, parece como se fosse uma cidade. As coisas tem proporções muito grandiosas. Quando ele tá entrando, aparentemente é debaixo da terra, então eles vão descendo e se movimentando por elevadores
e outros tipos de transporte.
E uma coisa muito foda são as partes mecânicas. É tudo muito bonito, não efetivamente novinho, brilhando. Não, mas é mecânico de um jeito que é gostoso ver se movimentando.
Já teve várias threads no Twitter, vários fios no Twitter que a pessoa posta gifs de anime em que o pessoal tá digitando alguma coisa ou ativando mecanismos. E é tudo sempre muito satisfatório, muito gostoso de assistir aquilo se mexendo, coisas abrindo, cabos. É muito bacana.
Logo depois aparece a Ritsuko, que eu também não sei exatamente quem ela é, mas aparentemente ela tem uma patente
ou um grau de importância dentro da NERV que é acima da Misato. Porque ela dá meio que uma bronca na Misato por ter demorado tanto pra chegar, ser perdido dentro do complexo da NERV.
E enquanto eles estão se movimentando tem um take que, assim que eu falar, todo mundo já vai lembrar: a Ritsuko, Misato e o Shinji estão subindo num elevador que anda meio que na diagonal, passando na frente do Eva. Eles estão escuros, o fundo tá iluminado, e aparece a mão gigante do Eva enquanto o Shinji tá lendo aquele encadernado ainda, então ele não percebe aquilo. E aquilo o nosso primeiro contato com o Eva. É muito legal, é muito bem feito.
Eu acho que isso era uma das coisas que eu até esqueci de falar nas minhas expectativas: era esse tipo de cuidado, esse tipo de takes legais pra
apresentar conceitos. Tem muito anime que não faz, e tudo bem, porque do mesmo jeito que a gente tem muitos filmes que simplesmente não se preocupam muito com isso, às vezes eles querem só passar uma mensagem simples. E também tem os outros filmes que se preocupam bastante com a direção, fotografia, composição de quadro, esse tipo de coisa, que eu não vou obviamente me aprofundar nem fudendo, porque eu sou um ignorante. Eu não sei exatamente falar pra vocês sobre conceitos e blá blá blá.
Então eu só vou falar que é, na minha opinião, um take mais interessante, e que aparentemente foi feito com mais cuidado e pensamento realmente artístico do que só duas pessoas conversando.
E voltamos pra parte em que eu tô puto. Porque o moleque mal chega, não vê o pai há 300 anos… mentira, acho que há uns 3 anos.
Não vê a porra do pai, tem um relacionamento extremamente ruim com o pai. Afinal de contas, sempre que a Misato menciona o pai dele, o moleque dá umas tremidas. Então boas memórias dessa criança não tem com o pai dela.
Ele chega na plataforma, dá de cara com aquela porra daquele robô, a cabeça do robô é maior que ele. Aí: então dirige aí. Não, porra! Cês tão loucos. Não! Deixa a criança em paz! Caralho!
Eu entendo o lado de a humanidade tá quase se fudendo, é uma ameaça extremamente foda, essa é a última chance da humanidade. Eu entendo. Tanto que o Shinji entende. Depois. Só que cobrar desse moleque, tipo, moleque acabou de chegar, viu aquele robô pela primeira vez, tá ainda balançadaço porque tá vendo o pai que meio que foda-se pra ele, e “ah, entra no robô, tá bom”?
Não, caralho, gente, não, claro que não, é óbvio que ele ia falar não. Eles tratam o moleque como um lixo, é extremamente injusto com ele.
“Ah, então esse bosta aí, esse bunda mole aí não quer entrar no robô, porque tá aqui o robô na frente dele, o robô tá prontinho, é pra ele entrar, fazer os bagulhos, que bom, e ele não quer entrar. Então chama a Rei lá de novo, chama ela pra cá.”
Aí eles trazem a porra da menina numa maca, tudo na frente do moleque, pra ele se sentir o cocô do cavalo bandido. E aí passa a porra da menina na maca, ele já tá se sentindo o pior dos lixo, aí ela levanta. Mano, tá sem fígado a menina, metade do baço
dela tá caindo pela porra da coxa.
Ai, que raiva. Eu tô com tanta raiva, eu voltei, voltou tudo a raiva de novo. Puta que pariu. Mas ok.
O anjo meio que triangula a posição deles do QG da NERV, começa a atacar ali os arredores. Num dos raios que ele atira, destrói algumas partes ali do QG deles, e vão cair alguns pilares de metal, daqueles suportes que são clássicos naqueles filmes de construção de prédio, aquelas pilastras de aço. Vão cair umas em cima do Shinji, e o robô, sem estar ligado em nada, protege o moleque.
O que me deixou perturbadíssimo, porque a maneira com que todo mundo reage é: caralho, não tem ninguém dentro do robô, o robô não devia se mexer. E ele vai lá e protege
o Shinji. Ou seja, há algo de diferente na relação do Shinji com esse robô.
Depois de ser protegido pelo robô, ele vai meio que ajudar a Rei. Mano, a mina tá sangrando, tá chamando Jesus de Jeremias, ela tá ruim. Aí ele fala: ok, tá bom, eu dirijo essa porra. Quando ele falou “tá bom, eu dirijo essa desgraça”, eu mandei um “vai, moleque!”. Eu torci por ele, porque na situação dele ele podia simplesmente falar pra todo mundo: enfia essa porra desse robô na bunda, só girando com ele igual um helicóptero. Isso não tem nada a ver comigo.
Mas não, ele vai lá, ele entra no robô. E todo o processo de lançamento do robô é excelente. É excelente porque tem mais coisas
mecânicas se mexendo, tem todo o negócio dele ser colocado na nuca do Eva através de uma cápsula, e a cápsula se enche de um líquido, cores super fortes. E aparentemente ele vai sincronizando com o robô muito bem, obrigado, que aparentemente não é um processo fácil. Então, de novo, mais uma coisa que amplifica esse sentimento de que ok, tem alguma coisa com esse robô e com o Shinji. É por isso que o pai dele, escrotão do caralho, pede pra chamar o moleque.
E eu achei interessante, já finalizando o episódio, que quando o Eva tá sendo lançado, tá subindo pra superfície pra cair na frente do anjo, tem uma trilha que, obviamente a referência deve ser outra, mas pra mim
foi uma trilha que me puxou muito o Super-Homem. Foi uma trilha que tem um tom de grandiosidade antiga. Talvez seja algo de Ultraman, talvez seja algo desse tipo, algo mais clássico do Japão que eu não consumi, então eu não tenho essa referência. Por isso que eu tô falando Super-Homem, porque tem esse negócio de grandiosidade antiga, que eu achei animal. Eu achei muito legal.
E o episódio acaba exatamente quando ele tá dentro do Eva e tá pronto pra tomar um raião na cara do anjo. E aí: ah, não morre aí!
Mano, eu tô animadaço e com muitas perguntas, como vocês podem ter percebido durante essa descrição do episódio. Eu levanto muitas questões, tem muitas coisas que eu tô curioso pra caramba pra saber.
Uma coisa que eu queria estabelecer é, no final do episódio, eu tentar prever o que vai acontecer no próximo.
Então vamos lá. Vai ser porradaria, vai ser socão na cara, vai ser robô trupicando caindo em prédio. Eu acredito que o segundo episódio vai ser mais focado em ação, e também eu acredito que a gente vai estabelecer algumas das regras de como um Eva funciona. O Shinji se mexe, o Eva se mexe. Acho que é porque ele tá meio sentado ali no cockpit, então talvez seja uma coisa mais neural.
Mas o Shinji, ele se machuca, porque a Rei tava cagada o corpo inteiro. Então talvez, se o robô se machuca, isso é transmitido pra ele, pra ter um senso de autopreservação: se o piloto tá se machucando, ele reage melhor a batalha. Porque isso é uma coisa
que eu sempre pensei muito em qualquer coisa de robozão. Se você não sente o que tá acontecendo com o robô, eu sinto que talvez você não vai ser tão inteligente na maneira com que você luta. Porque, por exemplo, o bicho tá machucando a perna do robô e você não tá sentindo nada: às vezes você não tem o ímpeto de proteger a perna. Porque se ele te ferra a perna, você cai e acabou a luta, não há mais o que ser feito ali, o robô não consegue mais se movimentar.
Então talvez seja essa conexão neural e um pouco mais próxima entre piloto e Eva que faz com que eles se machuquem. Talvez. Ou talvez vai ser o ataque direto mesmo: quando o robô toma uma porrada na cabeça, você tá lá dentro, você chacoalha também e vai dar
uma machucada.
Então tem esses dois lados, mas eu acredito que seja um lado um pouco mais significativo do que só o menino virando bolinha de pinball dentro da cabeça do robô.
Então, como eu mencionei, eu acredito que o próximo episódio vai ser a porradaria. Ele vai se machucar, mas ele vai conseguir ganhar, e aí a gente vai entender melhor as regras de como funciona o Eva, os poderes do Eva. E aí sim a gente começa a entrar na parte do relacionamento do Shinji com as pessoas da NERV: Ritsuko, a Misato, o próprio pai dele, a Rei. Porque ele é mais um piloto, tem outros pilotos, como a gente já viu, a Rei. Então isso vai ser interessante de ver.
Minhas considerações finais: eu gostei muito do episódio, foi mais ou menos o que eu tava esperando.
Algumas coisas de teor me pegaram um pouco desprevenido, tipo a Misato, a maneira com que ela tava lidando com tudo como se fosse a coisa mais normal do mundo, terça-feira. Esse tipo de coisa me chamou atenção.
E até o momento eu tô muito animado pra ver o que mais vem por aí. Eu espero que vocês também estejam animados pra me ouvir puto pra caralho ou animado, super no hype com o que vai acontecer daqui pra frente.
É isso. Eu espero que vocês tenham gostado desse episódio. Se vocês quiserem dar um feedback sobre o podcast: em todas as redes sociais eu sou Caio Corraini. Um grande abraço e tchau, seus lindos.
Esse podcast foi produzido pela Maremoto.
Casa do Corra