The Fourth to be Qualified
Uma base inteira da NERV some do mapa nos Estados Unidos, junto com o Evangelion que estava lá dentro. Sobra um novo Eva pra alguém pilotar e a NERV precisa decidir quem.
Enquanto isso: a Misato é interrogada pelos velhos coloridos, o Kaji conta que o Instituto Marduk nunca existiu e a sincronização do Shinji despencando. No meio disso tudo, a Rei diz obrigado pela primeira vez na vida e eu fico ainda mais confuso com ela.
Primeira vez por aqui? Como o programa e esta temporada funcionam
Neste programa eu encaro uma obra pela primeira vez e capturo todas as minhas reações e sentimentos ao vivo. Pode ser filme, série, jogo, livro, quadrinho e o que mais der pra encapsular em áudio.
Eu nunca tinha visto Evangelion. Daí resolvi que a primeira vez ia ser gravada.
Assisto um episódio e gravo na sequência. Sem roteiro, sem pesquisa e sem voltar atrás pra consertar palpite furado - e tem muito palpite furado aqui.
Acompanhe a série pelos olhos do ineditismo. Seja ao meu lado ou rindo da minha cara.
Ler a transcrição 3.372 palavras
Editada para leitura: saíram as repetições, os vícios de linguagem e os falsos começos. Nenhuma palavra foi trocada nem acrescentada.
Olá, Personas! Meu nome é Caio Corraini e estamos todos não querendo ser escolhidos para ser uma das crianças que pilota Evangelion, que tá começando o Minha Primeira Vez. Hoje nós vamos discutir o episódio 17 de Evangelion, The Fourth to be Qualified.
Cara, foi mais um ótimo episódio, e que tá nos levando a um ponto que eu sinceramente não tava esperando. Eu não tava esperando que um novo Evangelion fosse incluído na equação. Por mais que já haviam discutido até a existência de um Evangelion nº 6, um Evangelion nº 8, eu não tava esperando que durante o seriado esses outros Evas fossem apresentados. E na verdade não, vai rolar o quarto, o 03.
Mas como sempre, vamos lá de maneira cronológica para o episódio, pra que também quem não tá com ele muito na memória possa aproveitar a discussão.
Começa com a Misato sendo levada pra interrogatório, em relação ao último ataque do anjo. O comitê tá questionando sobre a possibilidade do anjo tá interessado em se comunicar com os humanos, mas a Misato diz que não dá pra confirmar se os anjos sequer têm noção disso.
Afinal de contas, os estudos, pelo menos os que ela tem acesso. Obviamente, depois que a gente descobriu que ela tem um monte de segredo da NERV que ela não sabe, a gente não sabe até onde que vai o conhecimento dela em relação a Ritsuko, em relação ao comandante Ikari. Mas até onde a Misato sabe, e até onde ela também está permitida a revelar para o comitê… O comitê ali serve, de novo, como eu mencionei em uns episódios anteriores, na minha opinião ele serve para contrabalancear o poder e a influência da NERV.
O que ela transpassa ali nesse interrogatório é que realmente
os estudos que eles fizeram dos anjos até esse momento não dá para ter nenhum tipo de indício de que os anjos compreendem que os seres humanos são inteligentes, se eles se interessam pela maneira de comunicação dos seres humanos e tudo mais.
Só que o comitê vê nesse último ataque uma diferenciação na atitude dos anjos. Afinal de contas, o objetivo deles nessa última vez foi capturar um Evangelion. Não foi destruir, não foi atacar: o objetivo foi capturar, tanto que ele levou o Evangelion pra outra dimensão.
Depois do interrogatório, o Ikari diz que os anjos estão desenvolvendo inteligência, que com isso o tempo que resta pra eles é pequeno. Então, de novo batendo nessa tecla de que talvez as coisas estejam saindo fora dos trilhos. E isso a gente tem até uma confirmação num
diálogo posterior do Ikari com o vice-comandante, mas vamos guardar isso pra quando ele chega no episódio.
Do interrogatório, dessa reunião do comitê, dessas perguntas em relação ao caso do último episódio, a gente corta pro hospital onde a irmã do Suzuhara ainda tá internada. Aparentemente o acidente com ela foi sério, porque ela tá ali há muito, muito tempo. E as enfermeiras, aparentemente, porque a gente vê o diálogo de duas mulheres mas não sabe exatamente quais são, mas pelo conhecimento que elas têm em relação ao caso aparentam ser ou enfermeiras ou visitantes constantes, mencionam que o Suzuhara visita a irmã no mínimo duas vezes por semana.
Mas aí a gente corta pra coisa mais interessante do episódio, na minha opinião: uma outra filial da NERV, a NERV-02, que fica nos Estados Unidos
ela sumiu. Ela e o EVA-04, que era o quinto Evangelion. Ambos somem. Eles ficavam nos Estados Unidos, em Nevada, e eles somem.
E a Ritsuko traz novamente a possibilidade de ambos terem sido tragados pelo tal do mar de Dirac, como o Shinji no episódio passado. Eu fui procurar, e mar de Dirac é uma teoria para tentar explicar uma coisa muito difícil e complicada, de acordo com a Wikipédia. Eu não vou perder o tempo de vocês com isso. Mas é uma teoria quântica de energia negativa, elétron, whatever. Parabéns pro seu Dirac, 1930 eu acho, tá de parabéns por pensar nessas coisas tudo aí.
Mas então a Ritsuko traz novamente essa possibilidade deles terem sido levados para outra dimensão.
Nisso, o EVA-03 tá a caminho da NERV, já que os Estados Unidos mandou um comigo não morreu depois disso. Afinal de contas, após esse acontecimento, após a NERV que tava lá e também o Eva terem sumido basicamente do mapa, um espaço de, sei lá, trocentos instalações com centenas de pessoas e vários quilômetros de instalação simplesmente sumiram de uma hora pra outra. Os Estados Unidos simplesmente empurraram o EVA-03 pra NERV do Japão, porque falaram: ó, véi, a gente não consegue lidar com essa porra não.
Mas o transporte do EVA-03 para o Japão traz consigo uma questão, que é quem vai pilotar esse Eva. E num diálogo, o Ikari e a Ritsuko estão discutindo sobre a possibilidade de utilizar um plug boneco, que coletou as informações da Rei e que pode ser utilizado para emular o modelo de decisões humanas no EVA-03. Mas pelo fato desse plug estar ainda em testes e tudo mais, a Ritsuko diz que tem uma criança que pode sim assumir esse papel.
E é engraçado que durante esse diálogo eles estão conversando na frente da Rei, naquele tubão, no subsolo da NERV. E aparentemente ela está consciente lá dentro. Porque o
comandante Ikari chama ela e fala pra eles almoçarem. E aí a menina responde quando ela tá lá dentro e tudo mais. Então sei lá.
Nisso a gente vai pra escola, onde o Suzuhara chama o Shinji pra eles irem até a casa da Rei. Porque antes, no episódio, o professor deles pediu que Suzuhara entregasse as tarefas pra Rei. Afinal de contas, ela não está indo à escola, porque ela aparentemente tá faltando a aula pra dar luz ao bebê Jesus. Então, eu ainda tô batendo nesse martelo, porque nada me apontou na direção contrária.
E eles chegam na casa da Rei, naquele lugar horroroso com aquela barulheira desgraçada, aquele buraco que a coitada da menina mora. A casa tá cheia de lixo e tudo mais. Pelo menos não é lixo as bandagens com sangue e tudo mais, como da última vez. Mas tá cheio de lixo no chão. O Shinji começa a recolher
aquele lixo. Tem até um diálogo meio tonto que o Suzuhara fala que não é papel de homem recolher lixo, até o Shinji dá uma resposta boa, porque ele fala: a Misato não curte cara machista não. E o Suzuhara meio que, ah não, são os meus conceitos como homem, sei lá. Mas pelo menos eu gostei da resposta do Shinji nesse momento.
Mas o Suzuhara diz que o Shinji mudou muito, que achava ele babaca e tal, mas que ele tava enganado. Porque a primeira impressão do Suzuhara com Shinji é: ah, esse é o piloto escroto que foi o responsável pelo acidente da minha irmã. Então eu sinto que obviamente vai ser complicado. É a mesma coisa que um policial tava perseguindo uma pessoa num carro e ao virar
uma rua esse policial atropela uma pessoa. Ele tá fazendo o trabalho dele, ele pode sim ser um ótimo policial, mas isso não tira das costas dele a culpa de ter machucado uma pessoa em serviço. E como o serviço dele é proteger essas pessoas, sim, ele deve ser responsabilizado.
Claro que a escala das coisas é um pouquinho diferente quando você tá pilotando a porra de um robô de, sei lá, 50 metros de altura. Então obviamente que a escala nesse caso fica um pouco comprometida para o Shinji realmente prestar atenção em alguma das pessoas que, infelizmente, o Eva dele acabou machucando durante a ação.
Nisso a Rei chega em casa e ela vê os garotos lá. É maravilhoso a naturalidade com que a Rei lida com a situação,
com aquela cara de absoluto nada. Mas temos um lapso de emoção vindo da Rei quando ela fica envergonhada, quando o Shinji diz que recolheu o lixo pra ela, e ela agradece o Shinji. E depois disso ela fica pensativa pelo obrigado que ela fala pro Shinji, porque ela nunca disse isso antes. Nem pro comandante Ikari, quando ele salva ela naquela oportunidade que ele queima as mãos e tudo mais.
E, de novo, isso me deixa ainda mais confuso em relação ao personagem da Rei. Porque em quais situações
em… Em que tipo de realidade, em que tipo de ambiente você consegue criar uma criança como a Rei? Sem esse tipo de interação com outros seres humanos, com essa dificuldade em relacionamentos interpessoais, a falta de amor próprio, a falta de cuidado próprio que ela tem, parece quase que a Rei é artificial, sabe? Então me confunde um pouco, na verdade, ela ter esses lapsos de ineditismo em atitudes tão triviais. Então isso me faz, novamente, ficar cada vez mais curioso em relação ao personagem dela.
Depois a gente vai pra uma cena do comandante, como eu já adiantei um pouco antes. O comandante Ikari e o vice-comandante estão discutindo no trem. Eu gosto muito da discussão entre eles, porque eles discordam bastante das coisas,
eles discordam bastante de conceitos existenciais e tudo mais. A maneira com que o Ikari utiliza a religião pra mostrar sempre esse lado de a humanidade foi penalizada, a humanidade meio que recebeu o que mereceu por conta do pecado e tudo mais. Enquanto o vice-comandante é muito mais do lado de a humanidade faz o que tem que fazer pra sobreviver, tá ligado? E é mais importante a sobrevivência da humanidade do que talvez a culpa por ter sido expulsa do paraíso, sei lá.
Então eu gosto muito da discussão entre eles, esses conceitos religiosos que eles discutem. Mas também eles falam sobre o sumiço da NERV-02 e do EVA-04, que foram inesperados, fora dos descritos nos manuscritos do Mar Morto.
E pelo fato de mais e mais coisas estarem acontecendo fora do que está previsto, estou colocando várias aspas aqui, fora do que está nos manuscritos, eu acho que é isso o que mais causa o sentimento de insegurança ao comitê. Porque, pelo que o comandante diz, os velhos do comitê, os velhos coloridos lá, eles se baseiam muito nos manuscritos.
Então, a partir do momento que agora as coisas estão cada vez mais saindo dos trilhos, saindo do combinado, saindo do que já estava prescrito, eles estão ficando extremamente inseguros. E por isso que o Ikari, até no começo do episódio, ele menciona que os anjos estão desenvolvendo inteligência, e que o ataque dos anjos está sendo mais efetivo e tudo mais.
Então é interessante ver isso também. Um pouco mais de detalhe em relação aos manuscritos
e em relação à importância que essas informações têm em relação ao comitê e também o funcionamento da NERV como um todo.
Seguindo adiante, a Misato pega o Kaji xavecando outra das gurias do trabalho. Então, o que eu mencionei nos episódios anteriores: eu sinto que a parte dela estar envolvida com ele também emocionalmente foi descartada. Porque o que aparentemente une os dois nesse ponto é apenas a troca de informações e esse auxílio mútuo, para que ambos consigam mais informações sobre o que realmente está acontecendo. Tanto que ela pede ajuda dele, e ele conta que o Instituto Marduk
não existe. O Instituto Marduk, lembrando as vezes quem porventura está perdido agora, é o Instituto que deveria ser o responsável por escolher as crianças piloto dos Evangelions. Mas o Kaji revela pra ela a informação que ele tinha, de que o Instituto Marduk não passa de fachada e que tudo é realmente ação da NERV. E pra ter mais detalhes sobre isso, ele menciona a ela pra dar uma olhada, que tem algo relacionado à escola do Shinji na escolha dessas crianças.
Então, de novo, temos aí um pouco mais de informações. Porque depois dessa informação a gente começa a acompanhar um desenvolvimento do Toji, do Suzuhara, dando indícios de que ele foi escolhido como a quarta criança. E isso é um plot twist que eu super não tava esperando: esses personagens de apoio
o Toji, o outro menino que eu sempre esqueço o nome mas é ligado pra caramba em militarismo e todas essas coisas, a representante de sala. Tem algumas crianças que estão ali no elenco de apoio que eu achei que o envolvimento delas seria só pra demonstrar a vida dos pilotos fora da NERV, que a existência deles ultrapassa os portões da NERV, que eles tem uma vida lá fora, tem amigos. Toda a questão da Asuka saindo pra um date, esse tipo de coisa.
E quando o episódio dá a entender que o Toji foi escolhido pra ser a quarta criança, eu fiquei muito surpreso, pra falar a verdade.
Mas antes disso eles fazem novamente um outro teste de sincronização, e a taxa do Shinji tá caindo, o que a Ritsuko até comenta que pode ser relacionado ao que aconteceu no último episódio.
Porque no último episódio, novamente, houve um esforço do Eva do Shinji que, por vontade própria, o salvou novamente. Então eu não sei se o esforço do Eva do Shinji nesse último episódio talvez foi demais, a ponto que a energia da mãe do Shinji que tava no Evangelion meio que tá em baixa agora, porque essa energia foi utilizada. E aí agora a parte anjo tá um pouco mais com poder, talvez, e isso faz sim com que a sincronização entre o Shinji e o Eva dele tende a cair mesmo. Porque o que ele tem de favorável, o que ele tem de conhecido, deve ter sido gasto ou qualquer coisa assim.
E, de novo, sempre lembrando vocês que eu tiro algumas suposições do meu cu,
de acordo com o entendimento que eu tenho da obra naquele momento. Então é mais ou menos isso que eu tô meio que borbulhando na minha cabeça nesse momento.
O Toji é chamado pra direção, e depois que ele volta da sala da diretoria ele tá esquisito, ele tá quieto, ele tá um pouco travado. Ele fica sozinho na escola, porque é o dia dele de arrumar as coisas. O Japão tem isso, a gente cansa de ver Globo Repórter: as crianças no Japão são acostumadas a limpar a sua casa desde os 5 anos de idade, vejam como eles são seres humanos mais evoluídos do que nós, e todo aquele blá blá blá.
Mas realmente é uma coisa que eu acho bem legal, seria interessante esse tipo de educação ser transferido para as pessoas desde cedo. Eu, pelo menos, não sei limpar a minha casa, e seria bom ter esse conhecimento.
De qualquer forma, seguindo, o Toji fica sozinho na escola, mas a representante da sala vê ele comendo na sala sozinho, comendo uns lanches lá, e ela se oferece para fazer almoço para ele, porque ela menciona que tem duas irmãs e ela cozinha para todos. E, meu, a guria claramente gosta dele.
Eu fico um pouco curioso que, com a elevação do Toji a um personagem de protagonismo maior no anime, afinal de contas ele é agora, pelo que tudo indica, a quarta criança. Eu sinto que sim, o relacionamento dele com as outras pessoas, dele com a irmã, dele com a representante de sala, dele, sei lá, como é a família do Toji, por exemplo. A gente pode ter um pouco mais de informação daqui pra frente, porque ele vai ter um pouco de protagonismo, ele vai ter um pouco de foco.
Eu achei interessante a gente ter um pouquinho de profundidade
na relação deles dois, que eram personagens completamente secundários até esse momento.
A Asuka, em um determinado momento, vai até o escritório do Kaji pra falar com ele e tudo mais. Ele tá trabalhando e ela fica incomodando ele e tudo, até que ela olha pro monitor acreditando que eram os resultados do teste de sincronização e que ela tá otimista, afinal de contas ela deve ter percebido que o Shinji tava numa vibe um pouco diferente. E, pra surpresa dela, ela vê o nome da quarta criança.
E a reação dela é bem contrária, o que dá mais a sensação de que sim, provavelmente é o Toji mesmo. Porque se fosse outra criança que não faz parte do círculo de amizades e, por exemplo, não foi uma criança apresentada no anime até esse momento, eu não sei se ela teria essa relação contrária. Mas o Toji e ela têm desde
o primeiro momento essa relação um pouco conturbada, o que sim explicaria essa reação contrária dela.
E no finzinho do episódio tem um take deles trazendo o EVA-03 numa aeronave, e a porra do Evangelion tá crucificado, cara. Tem algumas coisas figurativas que eles incluem na animação que é, porra, muito na cara. Eu acho visualmente legal pra caramba, porque é uma coisa visualmente interessante, afinal de contas a crucificação é muito, muito importante pra religião cristã. Então eu acho visualmente muito impactante, aquela aeronave trazendo o robô crucificado embaixo dela.
Mas o episódio acaba com o
Toji super pensativo, super num clima esquisito e tudo mais, que provavelmente ele tá contrariado por ter sido colocado nessa situação. Afinal de contas, foi um piloto de Evangelion que foi responsável pela irmã dele ter sido machucada, e pela maneira com que ele sempre vai visitá-la e tudo mais, a relação entre os dois é uma coisa que é importante pra ele. Então eu sinto que ele deve tá se sentindo um pouco dividido.
Porque a partir do momento que ele tem contato com a Rei, com a Asuka, com o Shinji, ele deve entender, principalmente depois do momento em que eles entraram no plug do Shinji, ele entende a gravidade e a seriedade da atividade do piloto de Evangelion. E pelo senso de justiça que ele tem, eu acredito que ele é impelido a dizer sim, é isso, vamos aí, já que eu fui convidado, vamos embora.
Como também esse lado negativo de: puta, eu vou ter que desempenhar o papel que fez o que fez com a minha irmã. Então por isso eu sinto que ele tá tão atordoado com essa situação, que ele tá tão reticente em relação a essa obrigação. Porque é o que aparenta ser nesse universo: essa é a defesa contra a extinção da humanidade, sim, você vai desempenhar esse papel e pau no seu cu.
Então eu sinto que talvez seja essa a discussão que tá rolando dentro dele. Foi um episódio muito bom, gostei do episódio. Evangelion é cheio de me passar umas rasteiras: sempre o que eu acho que vai acontecer, sempre o que eu acho que eles vão discutir, sempre o que eu acho que eles vão aprofundar, eles falam nope, vamos
para outro lugar. E até esse momento tá sendo real. Então eu, de novo, continuo super animado com o desenho, e com uma expectativa super alta de pra onde isso vai.
Porque eu tenho muito receio do que pode acontecer com Toji. Porque você colocar a participação e a ação de uma nova criança com o Evangelion que foi construído em outro lugar, são muitas variáveis pras coisas darem errado, sabe. Então eu não sei como que vai ser a sincronização dele, eu não sei como vai ser. Cara, muitas perguntas se elevam em relação a isso.
E isso já se une até as minhas expectativas: eu acredito que o próximo episódio vai ser focado nisso, vai ser focado nele tentando utilizar o Evangelion dele. Nele falhando em utilizar o Evangelion dele
ou talvez o Evangelion cause uma mudança de personalidade no Toji, que ele se deixe ser levado e ser contaminado pelo poder do Evangelion. Tem toda a questão do lado anjo do Evangelion talvez contaminar a mente do Toji. Cara, muita coisa pode acontecer. Tô chutando aqui, mas eu tenho bastante expectativa na participação dele dentro desse núcleo das crianças principais do anime, e não mais como um secundário.
Mas é isso, eu espero que vocês tenham gostado de mais esse episódio. Se vocês quiserem me dar um feedback sobre o podcast, em todas as redes sociais eu sou Caio Corraini. Um grande abraço e tchau, seus lindos.
Esse podcast foi produzido
pela Maremoto.