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Casa do Corra
Evangelion Episódio 28

The End of Evangelion (Parte II)

Temporada completa30 episódios
19 abr 2020 · 21 min

A segunda metade do filme e a ficha que finalmente cai: quem tá no Dogma Central é a Lilith, o Adão sempre foi o embrião e o “Neon Genesis” do título tava na cara desde o início.

Saio com mais paz do que da primeira parte - mas muito incomodado com a imagem mental do pior casal possível repovoando o planeta.

Primeira vez por aqui? Como o programa e esta temporada funcionam
O programa

Neste programa eu encaro uma obra pela primeira vez e capturo todas as minhas reações e sentimentos ao vivo. Pode ser filme, série, jogo, livro, quadrinho e o que mais der pra encapsular em áudio.

Esta temporada

Eu nunca tinha visto Evangelion. Daí resolvi que a primeira vez ia ser gravada.

Assisto um episódio e gravo na sequência. Sem roteiro, sem pesquisa e sem voltar atrás pra consertar palpite furado - e tem muito palpite furado aqui.

Acompanhe a série pelos olhos do ineditismo. Seja ao meu lado ou rindo da minha cara.

Ler a transcrição 3.206 palavras

Editada para leitura: saíram as repetições, os vícios de linguagem e os falsos começos. Nenhuma palavra foi trocada nem acrescentada.

Olá, Personas! Meu nome é Caio Corraini e estamos todos sendo responsáveis por uma nova Gênesis, porque tá começando o Minha Primeira Vez. Hoje nós vamos discutir a segunda parte do filme The End of Evangelion.

Eu terminei de assistir tem um tempinho, eu fiquei pensando sobre o final do filme, fiquei pensando sobre o que eu tinha entendido, o que eu não tinha entendido. Acho que seria até melhor pra vocês se eu procurasse mais coisas pra ler, pra assistir, pra entender melhor o que o filme passou. Só que vai contra o que é o objetivo desse podcast, que é basicamente eu aqui regurgitar as coisas que eu pensei pra vocês, sem contexto. Então, só com o que a animação, o filme, eles me oferecem. Então vamos tentar fazer isso. Porque, afinal de contas, eu sei que

vocês estão esperando esse episódio pra gente basicamente dar o quase que o último adeus a Evangelion. No episódio que vem, no próximo final de semana, eu vou ler tudo que eu puder, assistir tudo que eu puder e todas essas coisas, a gente vai discutir de uma maneira um pouco mais geral tudo que aconteceu. Mas eu sinto que, por mais que eu tenha dado um pouco de peido mental ali no final do filme, eu acho que eu entendi. Eu acho que muitas as fichas caíram pra mim, finalmente. Principalmente por causa de uma ajuda que uma pessoa veio pra mim no Twitter e falou: ah, tem um negócio muito, muito principal que você tá errando. Assim, eu geralmente não gosto de spoiler, mas esse foi muito importante, porque, se não fosse ele, eu não teria entendido o final.

Então vamos lá. A gente começa a segunda parte do filme com o comandante Ikari e a Rei lá no

Dogma Central, em frente àquele monstro branco preso. E o Ikari, ele fala que a única forma dele se juntar a Yui é com a união proibida entre Adão e Lilith. E assim, Lilith até agora era um conceito muito esquisito pra mim. Eu ainda não tinha entendido qual é de Lilith. Eu não sei se fui eu que boiei durante a animação, não sei se eu comi bola, sei lá, sabe, se passou direto, tava, sei lá, olhando pro teto quando eles explicaram isso. Então Lilith era sempre um conceito muito, muito, muito, muito esquisito pra mim. Eu não conseguia segurar ele. Quem é Lilith? O que é Lilith? De onde vem Lilith? Sempre que eles mencionavam Lilith na animação, eu ficava muito perdido. Mas peraí, o bicho branco lá no fundo do Dogma Central é Adão?

Mas peraí… Aí foi o que finalmente caiu essa ficha pra mim: o bicho branco no Dogma Central é Lilith. E o Adão sempre foi aquele embrião que o Kaji roubou, e que eles mostram naquele episódio que o anjo ataca a frota de navios que a Asuka está chegando no Japão, vindo da Alemanha. Finalmente me caiu a ficha de que, caralho, sim, Adão sempre foi aquele embrião, e Adão agora está na mão do Ikari. E depois, que a gente vai dando continuidade na animação, tem um momento em que o comandante Ikari fala: não, eu preciso unir Adão e Lilith. E ele enfia a mão dentro do corpo da Rei. De qualquer forma, finalmente a gente chegou nisso. Eu acho. Pelo menos nesse momento, eu acho que tá certo.

Enquanto tá acontecendo isso lá no Dogma Central, o Shinji tá do lado de fora, e ele tá louco do cu. Porque ele viu o corpo despedaçado da Asuka - no caso, o Eva despedaçado da Asuka - e tudo mais, e ele tá desesperado, ele tá gritando e todas essas coisas. E esse desespero - eu não sei se é a força do Eva, eu não sei exatamente porquê -, mas ele atrai a lança de Longinus, a lança do destino original, até a Terra. E isso me confundiu bastante. Porque, se essa é a lança, qual lança que perfurou a Asuka? Tem outra lança? Tem mais de uma lança? Eu não sei, sinceramente eu não sei, porque são o mesmo modelo de arma, sei lá.

Os velhos placa de metal, eles mencionam que, por meio da morte indiscriminada e oração,

retornaremos ao estado original. E então eles estão querendo causar o terceiro impacto com o sacrifício do EVA-01. Toda essa questão de retornaremos ao nosso estado original, eu sinceramente estava um pouco confuso. Porque, na minha cabeça, o Ikari e os véios de metal da SEELE tinham objetivos diferentes. Eles estavam andando um contra o outro. Porque, no final das contas, o objetivo do Ikari é se juntar à Yui. A única maneira dele se juntar a Yui é que toda a humanidade retorne ao seu estado original também, em que as pessoas estão todas juntas no sopão, que a gente chama o sopão original, o sopão, sei lá, que faz com que todas as pessoas sejam um só, não tem limite entre o que você é e o que o outro é. Então, de certa forma,

o Ikari e a SEELE, eles estão andando pelo mesmo caminho. Só que eu não sei se a maneira que eles escolhem causar o terceiro impacto altera a maneira com que ele vai ser realizado?

Bom, o Ikari, ele coloca o Adão dentro do corpo da Rei, mas ela nega o pedido do Ikari. Ela absorve Adão e a mão dele junto, e ela fala que: eu não sou um boneco, pau no seu cu, o Shinji tá me chamando. Nesse momento, uma coisa que me deixou um pouco confuso… Porque assim, eu sempre achei que a Rei fosse um clone da Yui. Eu sempre achei que a Rei tivesse informações genéticas da Yui e todas essas coisas. Talvez até tenha, não sei. Só que, quando ela se aproxima do corpo da Lilith, ela fala: tadaima. Ela fala: ah, tô de volta. Tipo, aquela expressão que os japoneses usam quando eles voltam pra casa.

Se ela usou um tadaima, tô de volta, quer dizer então que a Rei, ela faz parte da Lilith. Como se ela tivesse parte da essência, parte da alma da Lilith. E, quando ela absorve o Adão e entra na Lilith, aí sim que as coisas que dão o start pro terceiro impacto. Então isso é uma coisa que eu sempre, aparentemente, achei errado. Porque o que me pegou foi esse tadaima. Tipo, dela falando: ok, estou de volta no lugar que eu pertenço. Então, nesse momento, a Rei, ela nega o Ikari e ela se reconhece como um ser superior. E, nesse momento, me dá a impressão de que… Assim, tipo, por quê?

Nos últimos episódios da animação, o Kaworu, ele reconhecia a Rei como um ser igual, como um ser parecido com ele. Nesse momento, eu falei: ok, a Rei é um anjo também. Só que, pelo fato dela fazer parte da Lilith, na verdade, então quer dizer que ele reconhece, o Kaworu, ele reconhece a Rei como um ser meio que anterior aos humanos ou aos anjos. Meio que como se fossem deus mesmo, alguma coisa assim. De qualquer forma, a Rei, ela entra na Lilith e ela começa a ficar gigantesca. A lança do destino, ela é absorvida pelo Eva do Shinji, pelo EVA-01, e o vice-comandante, ele diz que o fruto da vida está com os anjos e o fruto da sabedoria está com os homens.

Tendo ambos, o Eva se tornou Deus. Então, o que isso me fala? Que os anjos e os homens, eles são separados. É como se tivesse um ser primordial, e ele fosse responsável tanto pelos homens quanto pelos anjos. Os anjos e os homens, eles são feitos à imagem desse ser inicial, só que separados de alguma maneira. Não sei se, pelo fato do fruto da sabedoria ser dos homens, os homens têm o livre-arbítrio, e os anjos têm o fruto da vida, os anjos são imortais e eternos, e sei lá, sabe? Então é como se fossem… Os anjos e os homens são como se fossem criaturas vindas de um mesmo lugar. Então, ao se unirem novamente, você tem Deus.

Como se esses dois lados fizessem parte desse todo que é Deus. Nesse momento aparece a árvore da vida, a raiz de todas as almas, que ela cresce novamente. Nesse momento, o que está acontecendo é como se fosse o início da vida reverso. Porque a árvore da vida aparece e ela está sugando todas as almas de volta, pelo que eu entendi. Ao invés de dar play e as coisas irem para frente - ou seja, a árvore da vida, todas as almas se separando e as coisas criando vida e etc. -, tá rolando o reverse: a árvore cresceu pra sugar tudo de volta.

E nesse momento a gente vai pra um lugar de memórias fundidas, em que o Shinji, ele começa a entrar em contato com o lado das pessoas que o cercam, esse lado que ele não conhece.

Como a Misato fazendo sexo, que é uma busca de uma prova de existência. É aquele momento que a gente viu nos episódios 25 e 26. Então é como se eles nos estabelecessem que, ok, dentro do filme, agora tá acontecendo aquilo lá. Porque o filme, ele se passa antes e depois dos acontecimentos dos episódios 25 e 26. Então eles colocam aquele momento em que o Shinji está naquele teatro, ele está naquele lugar isolado, e ele começa a entrar em contato com as memórias e os lados das outras pessoas. Lados que ele não gosta, lados que ele não aprova, não está feliz com eles. Ele tem de novo aquela discussão sobre essa relação esquisita de desejo e medo que ele tem com essas três mulheres: a Asuka, a Rei e a Misato. E nesse momento ele meio que define que a Asuka é a mais próxima.

Porque ele não teme a Asuka. Porque a Asuka, se você pegar essas três mulheres, a Asuka é a que está mais em pé de igualdade com ele. Porque uma é Deus, sei lá, tipo… A Rei, sei lá o que é a Rei. É Lilith, sei lá. E a Misato é uma adulta. A Misato… Assim, por mais que seja até esquisito colocar todas nessa mesma balança, de um lado ele tem um ser que tá muito além dele, e do outro também. Então ele enxerga que a Asuka é a pessoa mais próxima dele. Só que ele pede ajuda e ela nega. Afinal, de novo, ele tá só se escorando nas pessoas, não parte verdadeiramente dele esse sentimento. Ele não quer se ajudar, ele quer simplesmente que as pessoas arrastem ele pra decisão correta, que é toda a discussão que a gente teve no episódio 25 e 26. Daí ele fica puto, começa a enforcar a Asuka. Tipo, o Shinji,

enforcamento nesse filme tá uma coisa maravilhosa, né. De qualquer forma, nesse momento, ele e a Lilith… Tudo se une. A Rei, ela fica gigantesca e ela começa a fazer todo mundo no planeta virar geleca de novo. A gente vai vendo a Rei aparecendo pra todas as pessoas, mas na forma de pessoas que eles admiram, que eles tem atração, que eles amam e todas essas coisas. Então, pro Ikari aparece a Yui, pro vice-comandante também aparece a Yui, pro pessoal da torre de comando aparece tanto a Misato. Então assim, e, assim que eles se tocam, eles voltam a virar a geleca, eles voltam a virar o suco de laranja, que é o suco original. Tem uma hora nesse momento que, tipo, literalmente aparece uma buceta na testa da Lilith barra Rei, e eu fiquei um pouco incomodado. Tipo: caralho, velho, sério? Que esquisito.

Dali a gente

parte pra uma parte que é extremamente metalinguística. Afinal de contas, a gente começa a ter vários takes, vários filmes do mundo real, que mostra várias pessoas num auditório, que eu acredito que sejam fãs de Evangelion. Tem um rapaz meio que nas fileiras da frente, que ele tá com plushies, ele tá com ursinhos de pelúcia da Rei e da Asuka e tal. E eu não entendi direito qual é desse momento. A não ser que seja… Porque, assim, obviamente eu quero ler mais, eu quero entender mais sobre o porquê do ódio do Anno na primeira metade do filme, meio que em resposta às ameaças de morte que ele recebeu pelo final do anime, sei lá. Eu não sei se esse foi um momento dele mostrar essas pessoas e falar: olha, todos vocês estão virando geleca, vocês não existem mais, não importa mais o que vocês acham. Eu não sei

exatamente o que significa esse momento.

E nisso a gente chega finalmente naquele momento em que todos são um só e que só falta o Shinji. Porque a Rei e o Kaworu, eles aparecem, eles ainda estão completos, de certa forma. Porque eu sinto que eles, como eu mencionei antes, eles estão acima da humanidade, dos anjos. Então é como se eles fossem deuses originais. E, nesse momento, sobrou só o Shinji. Ele está inclusive no colo da Rei, e eles estão discutindo sobre o que o Shinji quer. E ele diz que ele prefere que as pessoas sejam separadas, mesmo que isso o faça sofrer mais, porque ele sente falta de todos. Esse momento, no anime, eu acredito que seja o momento do parabéns. Porque foi o momento em que o

Shinji garantiu a mudança através do livre-arbítrio. Porque, naquele momento do void, tem aquele momento que o Shinji tá naquele fundo branco e tudo mais… A gente já teve essa discussão nos episódios passados, de que a gente só consegue se reconhecer quando a gente tem o outro. A gente só sabe onde é o nosso final quando tem o começo do outro. Então a gente só se reconhece como ser, como pessoa, como coisa única, quando a gente tem o universo ao nosso redor, quando a gente vê outras pessoas. Porque, se não há outras pessoas, a gente é tudo e a gente é nada. E, como eu já mencionei nos episódios passados, o Shinji chegou a essa conclusão: ele prefere ser ele, porque ele pretende dar uma nova oportunidade de se amar, porque ele pretende dar uma nova oportunidade de chegar num lugar positivo sendo ele mesmo. Ele não quer

virar a geleca junto com todo mundo e deixar de ser Shinji. Ele quer ser Shinji. Esse é todo o arco do personagem: ele sai desse momento, ele passa por tudo, ele volta, ele vai e não sei o que tem, e ele chega nesse momento em que finalmente ele se aceita. E isso é o lado positivo que eu saí do anime, porque eu fiquei feliz com esse final. Eu fiquei feliz com o Shinji se aceitando. Eu fiquei feliz com o Shinji se permitindo dar uma nova chance pra si mesmo.

A única diferença, na verdade, é que no final do filme só sobra o Shinji e a Asuka. E isso era uma coisa que na animação não tinha mostrado, ou eu não tinha entendido na série. E no filme mostra que todo mundo virou geleca. Ou seja, o planeta inteiro se foi, pessoas, entre aspas.

O planeta se foi, e fica só o Shinji e a Asuka. Então, ao se entender como um, como ser, o Shinji, ele trava o terceiro impacto. Porque sobram ainda seres humanos, não é todo mundo que se une na geleca primordial, sei lá. E, no final, é esquisito, porque: por que que sobrou a Asuka? Isso pra mim ficou meio esquisito. Por que que sobrou a Asuka? Porque, pra mim, ela tinha morrido na mão daqueles anjos esquisitos brancos lá. Então eu não entendi direito porque que sobrou a Asuka. Não sei se, às vezes, ela foi protegida. Porque uma das coisas que a Misato menciona no começo do filme é que: mano, joga a Asuka pra dentro do Eva dela, porque isso vai proteger ela. E eu não sei se isso foi o suficiente, sabe? Porque a gente vê o Eva da Asuka totalmente despedaçado.

Então eu não sei se isso foi suficiente. De qualquer forma, sobram os dois como um novo casal de Adão e Eva, como um novo Gênesis. E aí: Neon Genesis Evangelion. Finalmente isso caiu. A minha cabeça, ela começou a soltar fumaça, porque eu falei: caralho, cara, pode crer. O filho da puta tinha esse objetivo desde o início. Então, de certa forma, o Shinji e a Asuka, eles são os responsáveis por repovoar esse planeta. E eu tô muito incomodado com essa imagem mental, porque é o pior casal possível pra essa missão. Ai…

E é isso, gente. Esse é o fim do filme. E pelo menos foi isso que eu entendi. Tem muita coisa que eu ainda não saquei, tem ainda muita coisa que passou direto por mim.

Tipo a lança de Longinus, a lança do destino: por que tem mais de uma? Por que que a Asuka sobreviveu? Por que que o Ikari tava brigando tanto com a SEELE, se no final do dia o objetivo dos dois era o mesmo? Eu não sei. Então ainda tem muita coisa que eu pretendo ler, que eu pretendo entender. Todas as questões por baixo da produção do anime, essas dificuldades naquele momento. Mas a gente finaliza aqui esse episódio. Eu acho que, depois do quão dolorido que foi a primeira metade, eu saio com um pouco mais de paz dessa. Porque ele meio que tem o mesmo… Mesmo que de forma um pouco diferente, um pouco de forma não tão bobinha como foi o final dos dois episódios da série, ele ainda tem a mesma mensagem. Mas

eu não sei se eu saio tão satisfeito, tão positivo com o Shinji do filme como eu saí da série. Porque na série parecia que o arco de, entre aspas, redenção dele, de perdão a si próprio, foi mais claro. Enquanto no filme, mesmo no final, ele tenta enforcar a Asuka de novo, e eu não sei o que ele quer com aquilo. Se ele tá enforcando ela pra ver se ela reage e ele prova que ela tá viva… Tipo, meu filho, não é mais fácil você só dar uns tapinhas na cara da moça e chamar o nome dela? Asuka, você tá viva? Tá acordada? Porque depois, ele tá enforcando ela, ela levanta a mão pro rosto dele e ele começa a chorar. Tipo, sei lá, cara. Eu não sei se eu gosto tanto dessa versão do Shinji do filme. Mas é isso, a gente chega aqui ao final

dessa jornada. Eu não vou me estender muito pra falar sobre o que eu achei, o que eu gostei, como eu saio. Porque eu ainda quero absorver melhor essas informações, consumir mais informações do que tiver de coisas, para que eu possa entender melhor sobre o universo de Evangelion. E é isso. Eu espero que vocês tenham gostado. Se vocês quiserem dar um feedback sobre o podcast, em todas as redes sociais, eu sou Caio Corraini. Um grande abraço e tchau, seus lindos. Esse podcast foi produzido pela Maremoto.